Artigos médicos com base em evidências sobre hormônios, emagrecimento, metabolismo e longevidade. Escritos pelo Dr. Rodrigo Neves para quem quer entender o próprio corpo antes de tomar qualquer decisão.
Consultório do Dr. Rodrigo Neves em Alto de Pinheiros, São Paulo.
Insulina de jejum alta: o que significa com glicose normal, valor de referência, causas, se engorda, a diferença para glicada e HOMA-IR e como é a avaliação.
Fome, peso e glicose mudam em tempos diferentes com o Mounjaro. O médico explica a curva dos estudos SURMOUNT, o platô, quem responde menos e a avaliação.
Estradiol baixo na mulher: quando é esperado (ciclo, amamentação, menopausa), o que causa na mulher jovem, se engorda e como o caminho depende da causa.
Progesterona engorda? Veja o que os estudos mostram sobre progesterona micronizada, progestagênios, inchaço, fome, DIU e implante, e como é a avaliação.
Prolactina alta no exame: o que significa no homem e na mulher, as causas comuns, a macroprolactina, se engorda, se pode ser tumor e como é a avaliação.
LH e FSH no homem: o que são, para que serve o exame, valores, o que significa alto ou baixo com a testosterona, o FSH na fertilidade e o efeito da reposição.
HOMA-beta estima o trabalho das células do pâncreas que fazem insulina. Entenda a conta, o que significa alto ou baixo, os limites e como o médico avalia.
Nos estudos SURMOUNT, a tirzepatida funcionou também na pós-menopausa. O médico explica a reposição hormonal junto, músculo, osso e quem não pode usar.
Estradiol baixo no homem: o que significa, causas como anastrozol e testosterona baixa, efeito no osso, na gordura e no desejo, e como aumentar com segurança.
Estradiol alto na mulher: por que o valor muda com a fase do ciclo, os picos da perimenopausa, gordura, reposição e quando preocupa depois da menopausa.
SHBG alta ou baixa no exame: o que significa no homem e na mulher, as causas mais comuns, a relação com a testosterona livre e o que de fato muda o valor.
Depois dos 40, a gordura abdominal vem de hormônio, músculo, sono e insulina. Veja o que reduz a barriga com evidência, o que não funciona e como é a avaliação.
Cansaço extremo que não passa: causas comuns depois dos 40, exames da avaliação inicial, sinais que pedem pronto-socorro e como é a investigação.
Tireoide, ferritina baixa, menopausa, SOP, DHT no homem, pós-parto e emagrecer rápido: as causas hormonais da queda de cabelo e os exames que a avaliação pede.
Como é feita a reposição hormonal feminina: gel, adesivo, spray, comprimido ou vaginal, progesterona para quem tem útero, trombose por via e como é o começo.
Menopausa: o que ajuda com e sem hormônio (reposição, fezolinetant, antidepressivos, TCC, peso), o que não tem evidência e quando procurar avaliação.
Reposição hormonal depois dos 60 ou com mais de 10 anos de menopausa: o que muda no risco, quando ainda faz sentido e quais são as alternativas.
Como baixar o estradiol no homem: perda de gordura, álcool, ajuste da reposição de testosterona e quando o anastrozol é considerado. O que não fazer.
Diferença entre testosterona total, livre e biodisponível, por que a total fica normal com a livre baixa (SHBG) e como a livre é calculada. Dr. Rodrigo Neves.
Pré-diabetes é glicemia de jejum de 100 a 125 ou glicada de 5,7% a 6,4%. Pode voltar ao normal: sintomas, exames, risco e o que fazer. Dr. Rodrigo Neves.
TSH alto com T4 livre normal é hipotireoidismo subclínico. Veja o que significa, quando repetir o exame e o que as diretrizes usam para tratar ou acompanhar.
Náusea e diarreia lideram os efeitos do Mounjaro, mais no aumento de dose. O médico explica os números da bula, os sinais de alerta e quem não deve usar.
Quais exames fazer antes de Mounjaro ou Ozempic, quando calcitonina e lipase entram e o que muda na glicada, no colesterol e no fígado durante o uso.
Tirzepatida e semaglutida manipuladas: o que a Anvisa permite hoje, o que a FDA relatou, os riscos com fonte e como conferir o registro. Por médico.
Nos estudos, 25% a 38% do peso perdido com as substâncias do Mounjaro e do Ozempic foi massa magra, não só músculo. Veja quem tem mais risco e como se proteger.
Gordura no fígado pode regredir. Entenda a sigla MASLD, o que o grau do ultrassom não mede, o FIB-4, a elastografia e o que as diretrizes indicam.
HOMA-IR estima a resistência à insulina com glicose e insulina de jejum. Veja por que não há valor normal único, o que significa alto e como o médico avalia.
Entenda cada número da bioimpedância (massa muscular, gordura, água, ângulo de fase, gordura visceral, idade metabólica) e o que altera o resultado.
Testosterona pede manhã e jejum; TSH, não. FSH e estradiol têm dia no ciclo, e biotina e pílula mudam a leitura. O preparo de cada hormônio, com fontes.
Anti-TPO alto indica autoimunidade na tireoide, mas nem sempre exige remédio. Entenda os exames do Hashimoto, o risco com TSH normal e quando tratar.
Na maioria dos casos, ferritina alta não é ferro sobrando. Entenda as causas, a saturação de transferrina e quando investigar hemocromatose, pelas diretrizes.
Exame para saber se está na menopausa: depois dos 45, pelas diretrizes, o diagnóstico é clínico. Quando o FSH ajuda e o que AMH e teste de farmácia não mostram.
Com quantos anos entra na menopausa? A maioria, entre 45 e 55; no Brasil, perto dos 50. Veja o que antecipa, quanto dura cada fase e os sintomas.
Menopausa dá tontura, coceira, formigamento ou dor de cabeça? Veja o que a ciência liga aos hormônios, as outras causas e os sinais que pedem avaliação.
Névoa mental na menopausa é comum e costuma passar. Veja o que os estudos mostram, outras causas a investigar e o que a reposição hormonal faz pela memória.
Ressecamento, ardência, dor na relação e infecção urinária de repetição na menopausa: o que é a síndrome geniturinária e quais tratamentos têm evidência.
Progesterona baixa depois dos 40: por que cai primeiro na perimenopausa, quais sintomas têm base, quando dosar no ciclo e o que é dominância estrogênica.
Lipedema é gordura dolorosa e simétrica nas pernas ou braços, que poupa pés e mãos. Veja os sintomas e como diferenciar de celulite, obesidade e linfedema.
Lipedema tem tratamento: compressão, exercício, alimentação e, em casos selecionados, cirurgia. Veja o tamanho da evidência de cada um e como é a avaliação.
Ciclo curto, longo ou falhando aos 40 é comum. Veja os sinais que pedem avaliação, os exames e por que o sangramento pós-menopausa é sempre investigado.
A pressão sobe na menopausa, mas só parte vem do hormônio. Veja como medir certo, a meta abaixo de 13 por 8 da diretriz de 2025 e o que muda na reposição.
Exames para reposição hormonal feminina: o que as diretrizes pedem antes de começar, quando o FSH ajuda e quais exames entram no acompanhamento.
Exames para reposição hormonal masculina: testosterona de manhã e repetida, SHBG, LH, FSH, PSA e hematócrito. O que pedir antes e o que repetir depois.
Quanto tempo a reposição hormonal leva para fazer efeito: as faixas dos estudos para fogacho, sono, libido, humor e ereção, e o que fazer se não melhorou.
Reposição hormonal engorda? Estudos com milhares de mulheres não mostram ganho de peso além do esperado. Entenda inchaço, gordura e progesterona.
Reposição hormonal por quanto tempo? Não há prazo fixo. Entenda o mito dos 5 anos, quando parar, se aos poucos ou de uma vez, e como é a reavaliação anual.
Sim: o nutrólogo é médico e pode pedir exames e prescrever reposição hormonal. Veja o que dizem a lei e o CFM, o papel do nutricionista e como escolher.
Como escolher médico para reposição hormonal: 7 perguntas para fazer antes de começar e o que as diretrizes esperam de cada resposta, na mulher e no homem.
Consulta online para reposição hormonal é permitida pelo CFM. Veja como fica a receita de testosterona, o que exige presença e como é o acompanhamento misto.
Como pedir reembolso de consulta particular ao plano de saúde: documentos, prazos da ANS, CID no recibo e o que depende do seu contrato.
Check up hormonal depois dos 40: quais exames têm indicação para mulher e homem, o que é excesso e como o médico escolhe, segundo as diretrizes atuais.
Testosterona baixa aos 20 ou 30 anos costuma ter causa: peso, sono, anabolizante, opioides, prolactina ou testículo. Veja como confirmar antes de repor.
Andropausa pode dar calor e suor, mas episódios frequentes são raros. Veja o que os estudos mostram, o que mais causa suor noturno no homem e como investigar.
Estradiol alto no homem: o que causa, sinais como ginecomastia, quando medir e por que bloquear o hormônio sem critério piora gordura, libido e ereção.
A testosterona pode subir o hematócrito. Veja os cortes da diretriz (48% e 54%), o que muda entre gel, injeção e implante e como o tratamento é ajustado.
Reposição de testosterona reduz os espermatozoides. O Dr. Rodrigo Neves explica as diretrizes, quando a fertilidade volta e o que avaliar antes de ter filhos.
Apneia do sono e testosterona baixa andam juntas. Veja os sinais, quando fazer polissonografia e por que a apneia grave é tratada antes da reposição hormonal.
DHEA para que serve? Entenda como o hormônio funciona, o que o exame DHEA-S mostra, efeitos colaterais, a regra da Anvisa e o que dizem as diretrizes.
Progesterona baixa no homem, sozinha, não define doença. Entenda para que o hormônio serve, quando dosar e o que os estudos dizem sobre reposição.
Libido baixa depois dos 40 nem sempre é testosterona. Veja as causas hormonais e não hormonais, os remédios que pesam e como a avaliação separa cada uma.
Cortisol baixo: sintomas, causas como o uso de corticoide, exames que confirmam a insuficiência adrenal e os sinais de crise que pedem pronto-socorro.
Implante hormonal feminino: os 3 tipos com esse nome, para que serve, se engorda, o papel da progesterona e como é a avaliação antes. Por Dr. Rodrigo Neves.
Implante hormonal dura de 3 a 6 meses no homem e de 4 a 6 meses ou mais na mulher. Veja quando faz efeito, por que varia e como se decide a reaplicação.
Efeitos colaterais do implante hormonal no homem e na mulher: reação no local, acne, sangramento e hematócrito. O que é esperado e quando avisar o médico.
Pellet, gel ou injeção de testosterona: compare estabilidade dos níveis, rotina, risco de transferência do gel e exames, e veja como a via é escolhida.
Implante hormonal para menopausa: o que contém, o que estudos e diretrizes mostram, como se compara ao adesivo e ao gel e como é a avaliação.
Testosterona feminina baixa ou alta: o que a ciência mostra, por que o exame isolado não fecha diagnóstico e quando a reposição tem indicação real.
Gestrinona: o que é, o uso estudado na endometriose, efeitos colaterais, o chip da beleza e o que CFM e Anvisa dizem hoje. Explicado por médico, com fontes.
Implante hormonal pode ser retirado? Pellet x silicone, extrusão, ressonância, academia, curativo e doação de sangue, explicados por médico com fontes.
Implante hormonal pode causar trombose? Veja o que os estudos mostram sobre via oral e não oral, testosterona, hematócrito e como a avaliação reduz o risco.
Quem não pode fazer reposição hormonal, na mulher e no homem: as contraindicações das diretrizes, o que é só cautela e como a avaliação identifica cada caso.
Médico para emagrecimento: saiba quando procurar avaliação, o que pode ser investigado e como funciona o acompanhamento da saúde metabólica.
Menopausa: entenda os principais sintomas, mudanças no corpo, relação com sono e metabolismo e quando procurar avaliação médica.
Andropausa: saiba o que significa, quais sintomas podem ocorrer, a relação com testosterona e quando procurar avaliação médica.
Saiba como funciona uma consulta para avaliar saúde metabólica e hormonal, bioimpedância, pré-consulta e atendimento presencial ou online.
Medicina da longevidade: entenda o conceito, a relação com saúde metabólica, composição corporal e envelhecimento saudável.
Calorões súbitos, suor noturno e o desconforto que tira o sono. O que causa o fogacho e o que realmente ajuda a controlá-lo.
Quando a menopausa chega cedo demais, o corpo dá sinais específicos. Como reconhecer e por que a avaliação precoce importa.
Ciclos irregulares, oscilação de humor e sintomas que começam anos antes da última menstruação.
A queda do desejo na menopausa tem explicação hormonal clara. O que muda no corpo e quais são as opções.
Acordar de madrugada e não voltar a dormir é um dos sintomas mais subestimados da menopausa.
A queda do estrogênio acelera a perda óssea. O que fazer para reduzir o risco de osteoporose e fraturas.
Irritabilidade, choro fácil e ansiedade que surgem do nada têm relação direta com a flutuação hormonal.
O estudo WHI assustou uma geração. O que a medicina realmente sabe sobre risco e benefício hoje.
Pele mais fina, cabelo ralo e ressecamento. Por que a menopausa acelera o envelhecimento da pele.
Antes da menopausa, a mulher é protegida. Depois, o risco se equipara ao do homem. O que muda.
Nem todo hormônio feminino faz a mesma coisa. O papel de cada um e por que isso muda o tratamento.
Os termos se confundem, mas marcam fases diferentes. O que acontece em cada uma e quando buscar ajuda.
Quando a insulina não funciona direito, o corpo trava a queima de gordura. Como identificar e reverter.
O que valia aos 25 não vale mais. As mudanças hormonais e metabólicas que exigem outra estratégia.
Estrogênio, progesterona e tireoide influenciam onde e como a mulher acumula gordura.
A fome não é só força de vontade. Dois hormônios decidem quando você sente fome e saciedade.
O estresse crônico engorda, e a gordura tem endereço certo: a barriga. Como o cortisol faz isso.
Emagrecer e engordar de novo não é falta de disciplina. Existe uma explicação metabólica e hormonal.
A metformina virou moda, mas não é para todos. O que ela faz, para quem serve e os limites do uso.
Ganhar peso comendo pouco e sentir cansaço pode apontar para a tireoide. O que investigar.
Cortar carboidrato muda a insulina, o cortisol e a tireoide. Para quem funciona e quem deve ter cautela.
A gordura que envolve os órgãos é metabolicamente ativa e inflama o corpo todo. Como medir e baixar.
Ozempic e Mounjaro funcionam, mas parar do jeito errado traz o peso de volta. Como evitar o rebote.
Perder peso é metade do desafio. Manter exige entender por que o corpo tenta recuperá-lo.
A queda da testosterona é silenciosa e gradual. Os sinais que indicam que ela já começou.
Cansaço, perda de músculo e queda de libido podem apontar para um déficit hormonal mensurável.
A TRT bem indicada transforma a qualidade de vida. Quando faz sentido e quais cuidados são obrigatórios.
Nem todo problema de ereção é vascular. A queda de testosterona é uma causa frequente e tratável.
A perda de músculo após os 40 tem componente hormonal. O papel da testosterona na força e no metabolismo.
Apatia, irritabilidade e perda de motivação em homens maduros podem ter origem hormonal, não psiquiátrica.
Durante décadas se acreditou que testosterona causava câncer de próstata. O que a ciência mostra hoje.
O que é o pellet de testosterona, como é colocado, quanto tempo dura e para quem é indicado. Explicado pelo Dr. Rodrigo Neves, médico em São Paulo.
Os dois processos são diferentes, mas compartilham mecanismos. O que aprender de cada lado.
O homem também tem estrogênio, e em excesso ele sabota a testosterona. O papel da aromatização.
Acompanhar a evolução do tratamento por dados, não por impressão. O que é o DPM e o diferencial que ele traz.
Ver em números o que o corpo está fazendo entre uma consulta e outra muda a precisão do tratamento.
Peso na balança esconde a verdade. A bioimpedância mostra músculo, gordura e água separadamente.
O tratamento não para quando você sai do consultório. Como o portal mantém o acompanhamento contínuo.
Medir, comparar e ajustar. Por que o acompanhamento por dados eleva o resultado do tratamento hormonal.
Um exame isolado diz pouco. A evolução ao longo do tempo, visualizada, muda as decisões do tratamento.
Entre a consulta avulsa e o acompanhamento contínuo monitorado, há uma diferença real no resultado.
Passo a passo de como o acompanhamento por dados se integra ao seu tratamento, da primeira consulta em diante.
Emagrecer com acompanhamento é diferente de emagrecer sozinho. Como o time monitora cada etapa junto com o Dr.
Por trás do tratamento existe uma equipe que acompanha sua evolução entre as consultas.
Da primeira avaliação ao ajuste fino, como o tratamento de andropausa é monitorado ao longo do tempo.
O tratamento da menopausa não é um evento único. Como o acompanhamento contínuo melhora o resultado.
O ajuste do tratamento acontece nos retornos. Por que o acompanhamento contínuo define o resultado.
Cada corpo responde de um jeito. O tratamento hormonal exige acompanhamento e ajuste, não fórmula fixa.
Longevidade e reposição hormonal funcionam melhor com um time acompanhando cada fase do processo.
As primeiras semanas definem o ritmo do tratamento. O que esperar e como o acompanhamento funciona nesse período.
O que acontece com a testosterona após os 40 e o que a ciência mostra sobre como elevá-la de forma natural.
Cansaço, libido baixa, ganho de gordura. A andropausa existe e afeta milhões de homens sem diagnóstico.
Dormir 8 horas e acordar exausto pode ter uma causa hormonal específica. O cortisol cronicamente elevado sabota o sono e a energia.
Você não mudou o que come, mas está engordando. A menopausa altera o metabolismo de formas que a dieta sozinha não resolve.
Faz dieta, vai à academia e o peso não sai. Resistência à insulina, leptina e tireoide podem ser os bloqueios que ninguém diagnosticou.
O TSH veio normal mas os sintomas persistem. O que o exame convencional não mede e quando a tireoide ainda pode ser o problema.
Uma noite mal dormida reduz testosterona, eleva cortisol e desregula o apetite. O sono é um ato hormonal.
Seus exames estão normais mas você não está bem. A medicina funcional parte exatamente desse ponto.
O Dr. Rodrigo Neves explica como funciona o GLP-1, indicações, riscos reais e o que acontece ao parar o Ozempic. Leia antes de decidir.
Cansaço que não passa com descanso tem investigação específica. Como identificar e tratar a causa hormonal da fadiga persistente.
Duas moléculas diferentes, dois mecanismos, dois perfis de resultado. O que os estudos head-to-head mostram antes de você escolher.
O triplo agonista GLP-1+GIP+glucagon avança nos estudos com dados que chamaram atenção da comunidade médica mundial.
Peptídeos viraram palavra-chave em longevidade e performance. O que a medicina realmente sabe — e o que ainda está em investigação.
O que "bioidêntico" significa do ponto de vista químico e clínico — e onde a evidência termina e o marketing começa.
O que mudou desde o estudo WHI de 2002, quais são os benefícios documentados e para quem a reposição realmente faz sentido.
O envelhecimento não é aleatório. Existem vias moleculares que regulam a longevidade — e a ciência está aprendendo a interferir nelas.
Perder músculo com a idade não é inevitável. É um processo com causa, diagnóstico e intervenção — e ignorá-lo tem custo real.
A vitamina D não é vitamina — é um pró-hormônio. Sua deficiência afeta testosterona, imunidade e metabolismo.
O jejum não é neutro em relação aos hormônios. Para alguns perfis, pode gerar mais problema do que benefício.
A inflamação que acelera o envelhecimento não dói. Ela se instala em silêncio por anos antes de qualquer sintoma aparecer.
Agende uma consulta e receba uma avaliação personalizada com o Dr. Rodrigo.
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