Reposição Hormonal · Menopausa · Andropausa · Implante

Reposição hormonal começa por investigar, não por prescrever.

Mulheres na menopausa e homens com testosterona baixa: avaliação clínica e laboratorial completa antes de qualquer hormônio, via escolhida caso a caso e exames de acompanhamento em datas definidas.

10.000+ pacientes 12+ anos de experiência 15 livros 468+ publicações na imprensa 4 artigos científicos
Continuar

O que é reposição hormonal e quando ela é indicada?

Reposição hormonal é o uso de hormônios, como estradiol, progesterona e testosterona, quando exames e sintomas confirmam a queda e ela causa prejuízo. No consultório do Dr. Rodrigo Neves, em Alto de Pinheiros, São Paulo, a decisão de repor, a via e a dose vêm depois da avaliação clínica e laboratorial, com retornos e novos exames em datas definidas.

Citado em
Você reconhece isso?

Sinais de que vale investigar os hormônios

Nenhum desses sinais fecha diagnóstico sozinho. Juntos, pedem exame.

02

Calores e suor noturno

Suor que molha o lençol. Calorão sem aviso no meio do dia.

03

Libido em queda

Vontade desapareceu, na mulher ou no homem. Distância no relacionamento.

04

Peso na cintura que não some

Mesmo treino, mesma dieta, gordura nova na barriga.

05

Força e disposição caindo

Treino rende menos, recuperação demora, energia acaba no meio da tarde.

06

Humor e memória diferentes

Irritação, ansiedade nova, esquecimento. Sensação de não ser mais a mesma pessoa.

Reconheceu três ou mais? O próximo passo é exame, não hormônio.

Dr. Rodrigo Neves
12+
Anos de prática
Sobre o médico

Mais de 12 anos investigando a causa, não o sintoma.

Dr. Rodrigo Neves é médico especializado em longevidade, saúde metabólica e reposição hormonal. Em mais de 12 anos de prática clínica, atendeu 10.000+ pacientes em consultório próprio em São Paulo.

Sua abordagem combina medicina funcional, reposição hormonal bioidêntica e protocolos de longevidade baseados em evidência científica atualizada. Sem fórmulas mágicas, sem promessas vazias.

  • Formação médica com pós em Nutrologia Clínica (ABRAN), doenças relacionadas ao envelhecimento e Lifestyle Medicine
  • NLP Practitioner & Master certificado por Richard Bandler
  • Autor de 15 livros publicados sobre saúde hormonal, metabólica e longevidade
  • 4 publicações científicas · ORCID 0009-0003-8688-6710
  • 468+ citações em CNN Brasil, Globo, Vogue, UOL, Metrópoles e outros 13 veículos
Conhecer o consultório
Como conduzimos

Reposição hormonal com método

Reposição feminina, reposição masculina, implante e o que entra junto na investigação.

Reposição hormonal feminina

Menopausa, climatério e perimenopausa. Estradiol, progesterona e, quando indicado, testosterona, com preferência por hormônios bioidênticos e via definida pelo perfil de risco. Reavaliação periódica em vez de prazo fixo.

Saber mais

Reposição hormonal masculina

Reposição de testosterona para homens com deficiência confirmada por sintomas e exames. Gel, injeção ou pellet conforme o perfil. PSA e hematócrito acompanhados entre 3 e 6 meses e depois periodicamente.

Implante hormonal (pellet)

Liberação gradual por meses, procedimento ambulatorial com anestesia local. Dose individualizada e acompanhamento laboratorial que indica o momento de repor.

O que entra junto

Sono, cortisol, tireoide, resistência à insulina e peso fazem parte da mesma investigação, porque mudam a resposta ao hormônio.

Perguntas frequentes

Antes de marcar a primeira consulta

Os três podem conduzir. O que muda o resultado é quem investiga o quadro inteiro e acompanha com exames. No consultório, a avaliação e o acompanhamento são feitos pelo Dr. Rodrigo Neves, médico com mais de 12 anos de prática em saúde hormonal e metabólica. Quando o caso pede avaliação complementar, como prostática ou ginecológica, o encaminhamento faz parte do protocolo.

O risco existe, mas precisa ser contextualizado. Ele é pequeno em termos absolutos e varia conforme o tipo de hormônio usado. O estrogênio isolado, em mulheres sem útero, não foi associado a aumento de risco de câncer de mama nas reanálises do WHI, e alguns dados apontaram tendência de redução. O risco identificado esteve mais concentrado no uso prolongado de progestagênios sintéticos. Formulações com progesterona bioidêntica apresentam perfil de risco mais favorável. A avaliação individual do histórico familiar e dos fatores de risco pessoais é parte do processo de indicação.

Essa foi exatamente a pergunta que o estudo TRAVERSE, publicado na New England Journal of Medicine em 2023, se propôs a responder. Em homens com deficiência hormonal e risco cardiovascular elevado, a reposição foi não inferior ao placebo quanto a eventos cardíacos maiores. Ou seja, quando indicada corretamente, não elevou de forma significativa esse risco central. O mesmo estudo, porém, observou mais arritmias não fatais e eventos de trombose no grupo tratado, o que reforça por que o acompanhamento médico é indispensável.

Não existe uma via melhor para todos. O gel transdérmico mantém níveis mais estáveis no dia a dia, mas exige aplicação diária. A injeção tem o histórico de uso mais longo e permite ajuste fino, embora possa oscilar mais e elevar mais o hematócrito. O pellet oferece conveniência, com liberação gradual por meses, em troca de menos flexibilidade para mudar a dose depois de implantado. A escolha depende do seu perfil, da sua rotina e de como você responde, e é definida em conjunto na avaliação.

Não existe um prazo fixo que se aplique a todas as mulheres. A decisão de manter ou encerrar a TRH é revisada periodicamente com o médico, considerando os benefícios que ela continua oferecendo para qualidade de vida, proteção óssea e outros desfechos, frente ao perfil de risco atualizado da paciente. A NAMS 2022 esclarece que não há obrigatoriedade de interromper a TRH aos 60 ou 65 anos se ela ainda é clinicamente justificada e bem tolerada. O que não é recomendável é manter sem revisão médica regular.

A evidência atual aponta uma janela de oportunidade: começar antes dos 60 anos ou dentro de 10 anos do início da menopausa tende a oferecer mais benefício e menos risco, porque o estrogênio age sobre artérias ainda saudáveis. Começar muito tarde, mais de uma década após a menopausa, costuma mudar essa relação. Isso não significa que toda mulher acima de 60 esteja excluída, mas a decisão exige avaliação ainda mais cuidadosa.

Não. A reposição é para quem tem deficiência confirmada: sintomas persistentes somados a exames que comprovem a queda e excluam outras causas. Sem essa confirmação, não tratamos.

Sim. Consulta online tem o mesmo formato e duração da presencial. Pacientes de todo o Brasil e exterior.

Não. Atendimento exclusivamente particular. Você recebe nota fiscal para reembolso parcial conforme seu plano.

Pelo WhatsApp. Após a primeira mensagem, a equipe envia horários disponíveis e instruções para confirmação.

Rua Cerro Corá, 585 — Torre 01, Sala 701 (Clínica Dr. Rodrigo Neves), Alto de Pinheiros, São Paulo. Terça a quinta das 08:00 às 18:30, sexta das 09:00 às 18:00.

Para ler antes da consulta

Artigos do Dr. Rodrigo sobre reposição hormonal

Ver todos os artigos → · O consultório em Alto de Pinheiros

Livros do Dr. Rodrigo Neves sobre o tema: A Verdade Sobre a Reposição Hormonal · A Menopausa Que Ninguém Explicou · Testosterona Depois dos 40 · Mulher Plena · todos os livros

Começar

Primeiro os exames. Depois a decisão.


Marque uma avaliação. A investigação começa pelo WhatsApp.

Consultório Clínica Dr. Rodrigo Neves

Rua Cerro Corá, 585 — Torre 01, Sala 701
Alto de Pinheiros, São Paulo — CEP 05061-150

WhatsApp (11) 95213-2929

Atendimento de ter. a sex.
ter. a qui. 8h às 18h30 · sex. 9h às 18h

Modalidade Presencial e online

Atendimento particular
Pacientes do Brasil e exterior